Los Roques: os passeios

Eis que agora falarei sobre os passeios, passeios estes que revelam todo o encanto de Los Roques. Mas antes de começar, queria dizer que se não fosse o apoio da minha irmã e companheira nessa viagem, Polliana Ribeiro, eu não teria finalizado este post. Demorei tanto que as lembranças e detalhes dos passeios me fugiam ou misturavam umas as outras. Só ela com sua experiência jornalística para conseguir alinhá-las e transportá-las aqui para este blog. Logo, este e o próximo foram posts feitos a quatro mãos. Valeu Popô! 🙂

Todos os nossos passeios foram fechados por intermédio da Fabíola, gerente da Pousada Guaripete, que cuidava de toda a negociação com o barqueiro. Não tínhamos essa expectativa, mas acabou que fluiu naturalmente uma sinergia muito boa com outros brasileiros da nossa e de outras pousadas. Resultando em uma grande família, a família dos brasileiros que na noite anterior sempre reunia no hall da Guaripete para fechar o passeio do dia seguinte e a exclusividade do barco do Alexis, nosso fiel Capitão 🙂

Lembrando que lá no meu primeiro post da série  falo sobre os valores dos passeios.

Primeiro dia. Todo mundo ainda branquinho

Rabuskí

Logo no nosso primeiro dia em Los Roques, embarcamos rumo a Rabusquí. No caminho, o capitão Alexis foi apresentando a nós uma espécie de mangue que lembram muito os passeios de barcos pelos igarapés da Amazônia, porém com água translúcida permeada por várias porções de mata fechada. Logo em seguida o barco pára e é ancorado em um local relativamente raso. Várias estrelas-do-mar são vistas no fundo. Pulamos dentro d’água e fomos ao encontro delas. Orientação clara, podemos retirá-las da água para fotos, porém por não mais do que alguns segundos, caso contrário elas podem morrer.

Boca de Cote

Esse local é fantástico para mergulho, chega a ter 15 metros de profundidade. Você só não fica boquiaberto por causa do snorkel, mas a sensação de espanto é a mesma quando coloca a cabeça dentro d’água. O encanto é tamanho que eu deixava de lado minha fobia por águas profundas e ficava ali por horas contemplando aquele lugar. Fomos por duas vezes a este local. E foi na segunda que pude fazer fotos como estas e gravar este vídeo. Eles falam mais do que qualquer coisa que eu diga 🙂



Pelona de Rabuskí

Antes de falar sobre Pelona de Rabuskí, uma pausa para um “causo” sobre onde começou nossa amizade com outros brasileiros. Em nossa primeira visita a esta ilha, logo que a avistamos ainda em alto mar, um pedaço de pano amarelo tremulante podia ser visto de longe. Ao aproximar identificamos que o idioma oficial era o português, logo constatamos: aquele pequeno pedaço de terra estava tomado por brasileiros. Nos juntamos a eles e pronto, a ilhota era só nossa! Ganhou até um novo nome: Dominiskí, batizado por sua imperatriz, Dominichi 🙂

Mas vamos lá, se você quer uma ilha pra chamar de sua, Pelona de Rabuskí é o lugar. Ótimo para o snorkel e se você tiver sorte, pode receber a visita de cardumes de pequenos peixes que chamarão, além da sua atenção, a de uma revoada de pelicanos e gaivotas que proporcionarão a você imagens fantásticas como estas:

Pelona de Rabuskí por Sandra Garcia

Ricardo provocando os pelicanos

Alimente com moderação

Cayo de Agua, Dos Mosquíses e Espenquí

É um dos passeios mais longos e dependendo da agitação do mar, pode ser um tanto quanto enjoativo. Normalmente, toda ida à Cayo de Agua vem acompanhada de uma passadinha pela ilha de Dos Mosquíses onde fica a “Fundacion Cientifica de Los Roques”, um programa de preservação das ‘tortugas’ marinhas, parecido com o Projeto Tamar, mas bem modesto. São cobrados apenas BsF 10 pela entrada, mas na nossa humilde opinião não vale a pena.  O guia dá uma explicaçãozinha básica sobre as espécies comuns da região, mostra algumas que ficam em uns tanques, e te direciona ao que eles chamam de museu, mas que nada mais é que um rancho com uns painéis antigos e mal conservados. Já tínhamos lido em outros relatos a recomendação de não ir a Dos Mosquíses, mas você acaba indo no embalo. Mas fica a dica, se tiver pouco tempo, descarte sem dó e nem piedade.

Outro passeio que é comum ser feito na mesma ida à Cayo de Agua, é Espenquí, onde eles sugerem um mergulho. Mas sinceramente… perto de Cayo de Agua, Espenqui perde o encanto. Fora o cansaço, porque já estávamos no fim do dia quando chegamos por lá. Outra coisa, o tempo na ilha é curto. Vale só um snorkel rápido mesmo.

Espenquí

Mas Cayo de Agua, essa sim é a mais bela de todas as ilhas de Los Roques. Um lugar cuja beleza não imaginávamos que pudesse existir de verdade. Sem exageros. É de um azul absurdo! E a tonalidade vai mudando de acordo com a intensidade do sol. Todos nos perguntávamos: Merecemos estar neste lugar? Apesar de bem procurada, ela é grande o suficiente para que você encontre um lugar sem vizinhos ao alcance dos olhos.

E como já disse, a viagem até ela é longa e desconfortável. Mas diante de tanta beleza, quem se importa? E quem gosta, repete. Fomos duas vezes 🙂

Vida difícil em Cayo de Agua

Cayo de Agua e sua famosa passagem de areia

Cadê o vendedor de óculos “semi-original”?

Alguma dúvida de que a praia era só nossa?

Francisquí

A ida à essa ilha normalmente está inclusa no pacote das pousadas. É uma das mais próximas e, consequentemente, uma das mais procuradas. É tão linda quanto as outras, mas não tem a mesma tranquilidade. Está sempre cheia de turistas e barcos ancorados – a maioria com um som alto e aquela musiquinha de gosto duvidoso. É a única onde vimos um restaurante, mas não chegamos a atestar a qualidade do estabelecimento. Nessa ilha tem um banco de areia bem legal, onde dá para você ir caminhando mar a dentro em um longo trecho. Dá para sentar (e até deitar) por alí e esquecer da hora tranquilamente. Do outro lado da ilha tem uma das melhores piscinas naturais para snorkel com aquela paisagem de tirar o fôlego. Nossos amigos brasileiros foram mais animados que nós e arriscaram um snorkel noturno, mas voltaram reclamando de picadas de insetos.

Movimentação em Francisquí

O banco de areia

A piscina natural – ótima para snorkel

Madrisquí

É a mais próxima e também inclusa no pacote de hospedagem da maioria das pousadas. Esta ilha tem um movimento maior de turistas, mas ainda assim com um grande número de peixes por perto, já que a água é bem azulzinha. Na ponta esquerda da ilha tem uma área repleta de estrelas do mar. E essa é a tão famosa praia da bóia do Ricardo Freire, ou seja, imperdível!

Madrisquí

Sarkí

Assim que descemos em Sarkí, fomos orientados à seguir por uma trilha formada por conchas. A ilha tem uma vegetação mais densa e esse caminho levava até uma piscina natural de um mar azul profundo e uma montanha de conchas acumuladas que mais pareciam ter caído do céu. Tentamos levar uma dessas conchas como souvenir, mas Alexis nos informou que é proibido a retirada de qualquer material das ilhas. Fica a dica pra quem tiver a mesma ideia. O local é ótimo para mergulho e arrisco dizer que é onde mais detalhes do fundo do mar são revelados só com o uso do snorkel.

A montanha de conchas

Careneero

Uma ilha bem ao estilo Caribe mesmo, com vários tons de azul turquesa. Tem um imenso banco de areia, uma área verde e, do lado norte da ilha um caminho leva até uma espécie de lagoa. Ali você encontra o verdadeiro significado de tranquilidade. É bem menos frequentada por turistas e, como Cayo d’Agua, pode facilmente ser uma praia exclusiva.

Pôr do sol no antigo Farol

Reserve um dia de toda a sua viagem para retornar a Gran Roque antes do pôr do sol, ainda em tempo de subir até o farol. A vista vale muito a pena. É uma caminhada curta, mas com uma subida um tanto quanto íngreme. Em 15 minutos você chega lá em cima e aprecia uma vista espetacular. De um lado um paredão de pedras, do outro a vista para o povoado de Gran Roque. Dá para avistar também as ilhas de Madrisquí e Francisquí. E, se tiver sorte, ainda pode observar a decolagem das aeronaves. O passeio rende fotos maravilhosas.

Vista de Gran Roque

O pôr do sol por Polliana Ribeiro

Palafita

Alguns passeios de barco, especialmente para Boca de Cote, passam pela Palafita. Uma construção rústica no meio do mar. Não há ninguém morando no local, mas segundo Alexis, a casa é habitada por pescadores durante a temporada de lagostas. Nesse local há uma mesa com algumas cadeiras (que usamos para fazer nossa refeição), uma rede e um deck onde rende belíssimas fotos.

O anexo com uma casinha para necessidades fisiológicas.

Sebastopol

Este foi o mais difente dos passeios que fizemos. Não é comum os turistas fazerem, já que não tem o glamour das praias. Mas Alexis vendeu a ideia como uma aventura, uma aventura diferenciada, no maior estilo Robinson Crusoé. Acabamos comprando. Acredito que seja a mais distante das ilhas do arquipélago, já  bem ao sul. Lá vimos de longe uma embarcação encalhada que lembra muito o Pérola Negra do filme Piratas do Caribe. Segundo Alexis, essa embarcação está ali há décadas e abandonada.

Bem distante, o “Pérola Negra” encalhado

No caminho, Alexis parou em alto mar e disse que iríamos pescar. Entregou iscas e linhas com anzóis e disse que nosso almoço dependeria somente de nós. E lá fomos todos, garantir o nosso sustento.

Sintam a classe do pescador caribeño

Com toda essa desenvoltura na arte de pescar, nem preciso dizer que essa pescaria não rendeu lá essas coisas, né?  Então! 🙂 Mas Alexis é um sujeito esperto e já pensou em tudo. Explico logo mais.

Ancoramos em uma “ilha de Lost”, já era bem tarde todos estávamos famintos. Já fomos desempacotando nossas caixas térmicas e comendo o almoço da pousada enquanto Alexis e seu ajudante Antony entrou mata a dentro e começou a providenciar a churrasqueira onde assariam os peixes, mas que peixes? Havíamos pescado uns 3 peixes no máximo. Mas eis que ele nos apresenta uma caixa repleta deles, nos surpreendendo com sua estratégia para mitigar o risco de não obtermos sucesso na pescaria.

Antony e os pescados na churrasqueira

O náufrago

Mas o lugar é encantador como as demais ilhas de Los Roques. Apesar do tempo não estar muito bom, foi o lugar onde vimos a maior quantidade de tons de azul e verde no mesmo lugar. Se já estiverem repetindo os mesmos passeios e quiserem uma aventura mais roots, está ai a dica: Sebastopol. 🙂

É isso! O próximo e último post já está no forno e não deve demorar muito. Daremos dicas gerais sobre Los Roques.

Inté!

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Comentários

  1. E minha vontade de voltar em Los Roques só cresce… 🙂 Ainda mais depois desse post.

  2. vanessa
    06 out 2010

    Vou confessar que sempre que tenho um tempinho vejo as fotos… Me faz sentir saudades e uma vontade imensa de voltar. Com essas informações podemos voltar e aproveitar mais, o que acham?? haha

  3. André
    21 out 2010

    Marcelo, vida noturna é zero mesmo?
    Não sobra um barzinho legal pra tomar umas brejas até mais tarde?

  4. Praticamente zero!
    O que salva é o Aquarena, que até falo no 4° post da série de Los Roques. É um sushi-surf-bar que tem lá suas qualidades, mas não se compara com a vida noturna em cidades litorâneas. Mas vá por mim, vc nem vai sentir falta. Depois do jantar (se ficar na Guaripete) vai querer só uma coisa: Dormir! 😀
    Abraços e obrigado pela visita 🙂

  5. fred
    22 out 2010

    olá, belíssimo relato; a praia da pousada é boa?

  6. Fred,
    imagino que você quis dizer sobre os passeios (praias) inclusos na hospedagem da pousada, certo?
    Sim, Madriski e Francisquí são ótimas, porém mais movimentadas. Evite-as nos finais de semana, pois elas são frequentadas por venezuelanos que vão a Los Roques passar o final de semana. Eles costumam ser bem mais farofeiros do que qualquer brasileiro 😉

  7. Isabela
    15 mar 2011

    Marcelo, boa tarde!
    Adorei o post! Estou maravilhada!!!
    Serei direta…Quanto vc gastou no total? Consegue avaliar?

    Obrigada!!!
    Abraços!

  8. Isabela,
    obrigado pela visita! 😉
    Em média R$ 2800 por pessoa, incluindo tudo.. até os souvernirs. Mas com passagens emitidas por milhagens.
    Abraços

  9. Anonymous
    24 dez 2011

    Tem um barzinho chamado Lagotera. A moçada gosta mto de lá. Mas depois de um dia de sol e mar,e o outro dia logo cedo p/ recomeçar o tour, quem tem disposiçao para atravessar noite em bares??????

  10. Pingback: Los Roques: O Guia Completo | Across The Universe

  11. Daniel
    19 ago 2012

    Oi Marcelo, quantos dias é o ideal para ficar em Los Roques?
    Estou querendo ir no feriado de 15 a 20 de novembro, mas como o voo da Tam chega la quase as 18hs, só poderia ir pra Los Roques na 6a feira de manha e voltaria na 3a. Acha suficiente?
    Obrigado e parabéns pelo blog.

    • Daniel,
      seriam 4 dias. Eu acho que dá sim para vc aproveitar. Eu fiquei 8 e achei que poderia ter ficado menos.. uns 6. Mas acho 4 pouco. Mas se vc não tiver outra alternativa, dá sim pra curtir dando preferência aos passeios melhores 😉

  12. Pingback: Los Roques: Como escolher sua pousada | Como é a Posada Guaripete | Across The Universe

  13. Froydz
    22 out 2012

    Oi, só queria deixar a dica. É que aquela ponta do arquipélago não se chama sebastian paul, mas sim Sebastopol, pode dar uma conferida depois. Abs

    • Correção feita. Eu e mais um monte por ai achava que essa ilha chamava Sebastian Paul 😀
      Fiz a correção. Valeu pelo comentário! 😉

  14. Tatiana Mendes
    09 dez 2012

    Olá,
    Irei na primeira semana de julho. Eu, marido e filho de 9 anos. Ficaremos apenas 4 dias. Quais prais vc sugere para esses 4 dias? E quais podemos dispensar?
    Obrigada pela atenção.
    Ps: tb sou de Brasilia.
    Tati

    • Tati,
      passeios indispensáveis são Cayo de Água, Carenero, Boca de Cote (para mergulhar) e Rabuski (para ver as estrelas do mar).
      Nesse mesmo dia dá pra ir a Pelona de Rabuski.
      Dispense Espenqui e Dos Mosquises.
      Francisqui e Madrisqui vc poderia optar caso seja um dia mais curto. São ilhas próximas a Gran Roque (onde ficam as pousadas) e geralmente são passeios inclusos na hospedagem.
      Obrigado pela visita! Qdo voltar de Los Roques, venha aqui contar pra gente como foi. 😉

  15. deyse
    16 dez 2012

    Marcelo ,gostei das suas dicas ,estou mtooo na dúvida entre los roques e fernando de noronha nesse reveillon de 2013,vc conhece os dois destinos se conhecer e se puder dar uma opinião serei grata !!

    Mto obrigada

    • Oi Deyse.
      Essa sua dúvida é cruel, heim? Não conheço Fernando de Noronha. Mas conheço quem conhece os dois e diz que Los Roques é mais encantador. Nem vou dizer que é mais barato também. 🙂

      Mas ao mesmo tempo eu acho que reveillon é uma data que só é comemorada para valer mesmo no Brasil, e que o melhor lugar para passar é por aqui mesmo.

      Obrigado pela visita!

  16. Raquel
    25 dez 2012

    Olá Marcelo! Estava pesquisando a respeito de los roques e achei seu blog! Uma turma de amigos está indo pra lá no carnaval e estou me decidindo se vou. Vi que vc falou que apenas em Francisquí tem restaurante. É isso mesmo? Vi num outro site que “As unicas que existem restaurantes sao a Francisqui , Crasqui e Carenero”. O que vcs levavam pra comer nos passeios? Vi que normalmente as pessoas levam a tal da “cava” com lanches. Outra coisa: os passeios são de lancha ou barco?

    • Raquel,
      não lembro de ver restaurantes em Careneero. Mas lembro do Alexis (nosso capitão) falar de uma praia que tinha um restaurante que funcionava somente em alguns meses do ano. Pode ser por lá.
      Mas desencane, você não irá precisar de restaurantes.
      As comidas são providenciadas pelas pousadas. Leia mais detalhes neste post aqui:
      http://acrosstheuniverse.blog.br/los-roques-como-escolher-sua-pousada/
      E se é barco ou lancha, não sei diferenciar. Mas é esse da primeira foto do post. 😉
      Obrigado pela visita!

  17. Pingback: Los Roques: tudo o que você precisa saber para ir ao paraíso

  18. Carla
    19 out 2014

    Ai meu Deus!!! Que lugar maravilhoso
    Já vai entrar pra wish list

  19. Leticia
    05 fev 2015

    Marcelo, vou em abril e terei 4 dias inteiros e o dia da chegada ( chego de manhã). Qual sua sugestão de passeios para melhor aproveitar esses dias?

    • Letícia, para os dias curtos como a sua chegada, minha sugestão: reserve para conhecer Franciski e Madriski. Para os dias inteiros, reserve um deles para conhecer Cayo de Agua (visita obrigatória) nos outros dias um para Boca de Cote (para mergulho), outro para Careneero, outro para Rabuski e sua Pelona e o último para você repetir o passeio que mais gostou. Aproveite Los Roques 😉

  20. Ricardo Vilas Boas
    27 jun 2016

    saindo de sao paulo… para ficar 5 dias qual a opçao mais barata… me passe valores de Los Roques e de san andres cartagena ou outro lugar no litoral bonito bom e barato… meu orçamento e limitado mas quero aproveitar acrise de preços baixos da colombia. grato.

    • Ricardo,
      para Los Roques não conheço nenhum pacote convencional nas agências do Brasil.
      Quando fui, montei sozinho a minha viagem.
      Mas para a Colombia o Zarpo está com vários pacotes promocionais até o dia 04/07, com preços a partir de R$ 1.750, tanto para Cartagena quanto para San Andrés: http://across.im/zarpovivacolombia
      Certamente você vai encontrar um que encaixe no seu orçamento.

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