Veneza, a cidade dos canais

Fomos a Veneza em um esquema bate-e-volta. Saímos cedinho de Luco di Mugello, pegamos um trem até a estação de Firenze e de lá seguimos para Veneza em um trem da Eurostar. Aliás, recomendo fortemente a quem vier por aqui a viajar de Eurostar sempre que houver disponibilidade. Os trens são mais rápidos, mais confortáveis, com poltronas marcadas e o melhor, com ar-condicionado.
Um bilhete de ida e volta custou 68 euros, com tarifa padrão. Se tivéssemos comprado com antecedência e pela Internet, teríamos 20% de desconto.

Chegamos por volta das 11hrs na estação Venezia S. Lucia e já fomos logo procurando o ponto de informações turísticas da própria estação – que te atende em inglês ou italiano – para pegar o mapa e adquirir bilhetes de barco até o “ponto de barco” mais próximo da Piazza San Marco, o principal ponto turístico de Veneza.

Os barcos são o principal meio de transporte público desta cidade construída sob o mar. Adquirimos um bilhete por 14 euros que dava direito a 12 horas de transporte ilimitado em qualquer um dos barcos de transporte público. O bilhete para uso único custava 6,50 euros.

Na chegada a Piazza San Marco um filme começa a passar na sua cabeça. Ela resume tudo o que você leu, viu e ouviu sobre Veneza antes de chegar lá. Uma imensa praça, lotada de turistas, artistas de rua e muuuitos pombos. Ela é rodeada pela Basílica de San Marco, o Campanile, a Torre do Relógio e o Museu Correr.

Piazza San Marco

O que me impressionou bastante, além da quantidade de pombos, foi a de crianças e adolescentes. Aquilo parecia o Pier 21 em Brasília nos finais de semana. A molecada dominava tudo, e por alguns momentos você esquecia que estava em um país onde os velhinhos são a maioria da população.

E foi para um destes grupos que perguntamos onde ficava o Mc Donalds, já que vários deles portavam embalagens com o reconhecido logotipo da rede de fast-food, a opção mais barata de comida “bate-entope” da Europa. Quantos dias mesmo o cara do Super Size Me agüentou comendo só Mc Donalds?

Depois de comer fomos entrando nas ruazinhas estreitas de Veneza, seguindo o fluxo de grupos de turistas e acotovelando uns nos outros. Caminhar sem rumo por essa cidade é algo que todo turista deve fazer! E foi nessas caminhadas que fomos conhecendo os canais e vendo os casais de turistas passeando em gôndolas remadas por homens vestidos com camisetas listradas em preto e branco e com chapeuzinho de palha na cabeça. O valor por um passeio nestas gôndolas custa até 150 euros por 2 horas, ou seja, totalmente fora do orçamento de um mochileiro viajando com orçamento reduzido e no esquema low-cost. 😉

Vejamos algumas fotos:

Basílica de San Marco

Os canais de Veneza

Crianças brincando com os pombos na Piazza San Marco

É isso!

Nos próximos capítulos: Siena e San Gimignano.

Arrivederci! =)


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5 Comentários para "Veneza, a cidade dos canais"

  1. Fábio Morera disse:

    Bonitas fotos, ainda quero conhecer Veneza!
    Depois se quiser visitar meu blog sinta-se a vontade
    http://reportercinematografico.blogspot.com/
    Abraços…

  2. Antonio disse:

    Marcelo, acho que a dieta para perder peso do tio Mac durou duas ou três semanas. i’m lovin’ it.
    Quando você voltar a Brasília, você continuará pedindo aquela pizzaria? Ainda vai querer ver massa pela frente? 😉

  3. Ka disse:

    Marcelo estou super feliz por vc dessa viajem .. Veneza e muito linda ne? Quero ver vc e a Poliana em NY pretty soon please ..beijao e tire muitas fotos em Roma ..

  4. Betão disse:

    Ai Marcelo, soh nas Europas…!

  5. giuliana disse:

    Adorei suas fotos e comentarios, estou por aqui em 7eneza esses dias…muito frio, mas muito linda assim mesmo…
    bjs

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