Paris: Catedral de Notre-Dame, Arco do Triunfo, Torre Eiffel e Louvre

Antes de falar sobre a nossa estada em Paris, vale a pena contar a experiência de voar pela primeira vez em uma cia aérea low-cost. Em Pisa embarcamos em um vôo da Ryanair. O bilhete custou no total 40 euros, incluindo as taxas adicionais de check-in feito no aeroporto e de despacho de bagagem (de até 20kg). Não há assentos marcados e se vc não pagou pelo embarque prioritário (5 euros), qdo liberam o embarque é um verdadeiro samba do criolo doido. Todo mundo correndo para pegar as melhores poltronas ou simplesmente tentar viajar ao lado de seus companheiros de viagem. Corremos e conseguimos embarcar os três, eu, Quint e Cléber ao lado um do outro. Minha irmã disse que isso foi um feito, pois ela nunca conseguiu viajar ao lado de seus amigos em vôos pela Ryanair.

O espaço entre as fileiras é reduzidíssimo e as poltronas não reclinam. Daí dá pra ter uma idéia do quão confortável são esses aviões para os compridões. Serviço de bordo? Sim! Pegue o cardápio e escolha que logo as aeromoças (bem feias por sinal) vão passar servindo, mas não esqueça de atentar bem aos preços em libras e euros. Tudo é cobrado. A barrinha de cereal da Gol é luxo! Olhei pro cardápio e vi uma latinha de Pepsi por 1,80 euros. Pedi pra molhar a garganta, e eis que me veio uma latinha de 150ml, sim centro e cinqüenta, menor que uma Pitchula por quase 5 reais. Sem contar que o avião parece uma feira, é aeromoça passando pra lá e pra cá vendendo de tudo, de bilhetes de loteria a perfumes importados. Bizaaarro!

Mas enfim, o que importa é que 1hr30min depois pousamos em Paris, aliás, em Beuavais, cidadezinha ao norte da França, distante 65km de Paris. É nela que fica o aeroporto usado pelas cias low-cost. Antecipadamente, pela Internet e por 18 euros, compramos um translado que nos levaria até o Arco do Triunfo, e ao desembarcar já estava lá um típico francês com uma plaquinha e nossos nomes, como eu já havia previsto. =) Mas se preferir, há ônibus que fazem o mesmo serviço por 13 euros, contratados no próprio aeroporto.

Catedral de Notre-Dame

Enfim, do Arco do Triunfo pegamos um metrô e fomos parar no hostel onde havíamos feito reservas. Aliás, este hostel merece comentários. O melhor que eu já me hospedei até então, para um hostel, ele é 5 estrelas. Recomendo fortemente. Moderno, confortável e de ambiente agradabilíssimo. O nome dele é Christopher Inns. Quando chegamos pensamos que estávamos no lugar errado, prq o check-in é dentro de um café-pub animadíssimo – com desconto para hóspedes. Neste mesmo pub pela manhã é servido o café-da-manhã. A única desvantagem é que fica um pouco afastado dos pontos turísticos de Paris, mas tem uma estação de metrô a 100mts – a Crimé – e com 30 minutos de viagem vc chega nos principais pontos turísticos.

Os mochileiros no Arc de Triomphe

E foi de metrô que andamos no primeiro dia. Por mais que digam que fizemos a pior escolha para quem quer fazer turismo, mas foi a forma mais intuitiva e rápida, levando em consideração nosso curto tempo e a distância de onde estávamos hospedados. E com o mapa na mão qualquer um roda a cidade numa boa, sem bater cabeça. Adquirimos bilhetes de viagens ilimitadas durante o dia, que custou por volta de 5 euros – viagem individual 1,50 euros – e rodamos o dia todo.

A Torre Eiffel vista do Trocadero

Bom, nesse primeiro dia visitamos a Catedral de Notre Dame, o Louvre, a Champs Elysées, o Arco do Triunfo, o Trocadero e a Torre Eifell, tudo em um dia só, nessa ordem. Depois da Torre, pegamos um Batobus até o Louvre novamente, uma viagem que custou 8 euros (com carteirinha de estudante – 12 euros inteira) e demorou 1hr10min. Que viagenzinha chata! No início é legal prq vc vai conhecendo o Rio Sena e alguns pontos turísticos ao longo do rio, mas depois de 20 minutos vc já fica agoniado, é muito lerdo! Voltamos ao Louvre prq deixamos para visitá-lo a noite, menos tumultuado e mais barato, 6 euros após as 18hrs (9 euros tarifa normal)

Pirâmide externa do Musée du Louvre

Como o Louvre é gigante e chegamos faltando 1hr para o fechamento do museu (maldito batobus!), pegamos o mapinha e fomos direto nas principais obras. O Quint era o nosso GPS, com o mapa na mão ela ia nos guiando, vira aqui, vira ali, sobe acolá.. e chegamos até a Monalisa. De longe, a obra mais visitada. Mesmo a noite, estava cheio de turistas querendo vê-la de perto ou tirar uma simples foto. E nós não deixamos por menos! Depois de “La Gioconda“, fomos em busca da Venus de Milo.


Ah essa altura os seguranças do museu já estavam botando nego pra fora, já eram 21:30hrs e o museu estava fechando. De lá fomos a pé novamente até a Torre Eiffel, pois queríamos vê-la a noite. Mas que noite? Já eram 22hrs e nada de noite:

Os ponteiros é hora do Brasil e o digital é de Paris – 22hrs.
Dia ainda claro

Caminhamos, caminhamos e caminhamos em meio aos jardins de Paris até a Torre Eiffel. Até chegar lá – 1 hr de caminhada – já era noite e o espetáculo da torre iluminada estava feito:

Depois disso, como dizia o Quint, voltamos para “casa” para descansar e repor energias para o dia seguinte.

Bom, esse post ficou gigante e o resto merece ser contado em outro. Fiquem com o vídeo do Quint:

Au Revoir!

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Comentários

  1. Maressa
    07 jul 2008

    Oi Marcelo!
    Lindas as fotos!!!
    nada mal né?
    rss
    =o)

  2. Pingback: Webjet: Seria triste o fim?

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